Estou sempre em busca de novos conhecimentos através de documentários. E amo praticar atividade física assistindo alguma coisa no youtube tendo o privilégio de as vezes poder fazer isto em casa, pois tenho um transport e uma bike que me permitem malhar o corpo e o cérebro ao mesmo tempo.

 

Desde os 15 anos que venho acompanhando alguns filmes que considerava "autoajuda" e fiz com que eles entrassem na minha cabeça. Como? Assistindo mais de 25 vezes. Hoje vejo que são muito mais que "autoajuda", mas o chamado para a verdade que pra mim, explica muitas coisas no universo.

 

Há pouco criei uma LISTA no meu youtube que chama Documentários Inspiração e é lá onde eu coloco alguns destes filmes ou documentários que considero indispensáveis. Escrevi há 2 anos este post AQUI para falar de alguns deles. Confesso que a lista está um pouco desatualizada e aceito sugestões de vocês ok?!

 

 

Hoje estou aqui para falar sobre um documentário que me deixou completamente boquiaberta esta semana. Que alegria foi ter descoberto Samadhi !! O termo me chamou a atenção pois é muito usado em algumas linhas de yoga e meditação. Mas o aprendizado que o filme trás vai muito além do que podemos descrever com palavras.

 

Independente da sua crença, da sua "linha" de yoga ou da sua religião, Samadhi é um documentário para a vida, pois nos faz entender o que realmente importa. Olhar para dentro, sentir sua presença, conhecer a sua verdadeira essência...este para mim é o significado da vida e é por isso que tudo faz tanto sentido !!

 

Ainda não consegui absorver a quantidade de informações que o filme trás e é mesmo ideal que eu possa sentir e experimentar ao invés de tentar entender. Para isso, talvez eu precise assistir mais 25 vezes antes de conseguir expressar oque este filme significou na minha jornada de autoconhecimento.

 

Assista, absorva, experimente e REALIZE-"SI" !!

 


https://www.youtube.com/watch?v=Bw9zSMsKcwk&;list=PL1w2Hfjl0U02iN289z14-I689KoDgQq8L&index=15&t=2011s

 

 

 




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Somos uma sociedade doente, estressada, sem tempo ou disposição para cuidar da alimentação. Todo dia é uma grande correria e, depois de um longo dia cansativo, você só pensa em chegar em casa e pedir alguma coisa pelo telefone para não precisar preparar nada ou sujar a louça e ter que lavar depois.

Essa não é uma boa escolha!

 

O sobrepeso e a obesidade são resultado de vários fatores: genéticos, biológicos, nutricionais e psicológicos. O emocional pode ter papel tão decisivo quanto a genética – leva a pessoa a comer mais, funcionando como autêntico obstáculo à perda de peso e à aderência a um programa de emagrecimento. São vários os problemas psicológicos que podem provocar o aumento de peso ou impedir que a pessoa emagreça

 

Principais causas do stress:

 

1 - Compulsão alimentar: faz com que a pessoa coma não por fome ou prazer, mas por ansiedade, apressadamente, ingerindo grandes quantidades em curto período de tempo.

 

Depois, sente-se culpada ou arrependida. Muitas vezes, os portadores desta compulsão estão em uma dieta personalizada, equilibrada e saborosa, mas, repentinamente, começam a comer sem controle, muito depressa e às escondidas. E só param quando estão empanturrados, cansados ou com mal-estar. Aí vem o arrependimento, mais ansiedade e o final de mais uma dieta. Se a compulsão estiver presente e não for tratada, inviabiliza todos os esforços de emagrecimento.

 

2- Depressão: afeta o indivíduo como um todo. Quem está deprimido apresenta, entre outros sintomas, alteração no comportamento alimentar, que pode levar ao ganho de peso. Ele fica sem motivação para a dieta, pessimista e se auto-deprecia. Quando a depressão está presente em algum grau no candidato a emagrecimento, deve ser tratada prioritariamente.

 

3- Ansiedade: é vilã número um das dietas alimentares.Apresenta-se em diversas formas: pânico, fobia social, ansiedade generalizada, agorafobia, estresse pós-traumático, fobias específicas, entre outras. Pessoas tensas, excessivamente preocupadas, com pânico ou medos diversos podem buscar no alimento um ?remédio para seus males, para um estado interno de desconforto indefinido. Hoje, as formas clínicas de ansiedade são conhecidas, pesquisadas, e seu tratamento tem bom prognóstico. É mais fácil tratar a ansiedade do que os males dela decorrentes.

 

4- Estresse: é comprovado que o estresse tem influência sobre o peso corporal, seja pelo aumento do cortisol circulante no sangue ou da quantidade de alimento ingerida, que passa a atuar como mecanismo antiestresse.

 

5- Dificuldades sexuais, conjugais, afetivas ou de relacionamento: é sempre importante verificar o que se esconde por trás da obesidade ou do excesso de peso. A gordura pode servir de escudo para evitar relacionamentos, não assumir a própria sexualidade ou mesmo como forma de rebelião passiva a situações conjugais conflitivas. Problemas de relacionamento familiar e social, como timidez excessiva, agressividade social e baixa assertividade, também podem levar a pessoa ao prato.

 

7- Impulsividade: pessoas que não conseguem adiar a gratificação imediata de um impulso – comer é gratificante em curtíssimo prazo, emagrecimento em médio prazo – são mais vulneráveis a sabotarem a dieta.

 

 

Mas então… Stress engorda?

No artigo de hoje, vamos tratar da relação entre o stress e o ganho de peso. Imagine a situação abaixo:


Você pega engarrafamento, tem um dia lotado de trabalho, não consegue almoçar direito, leva trabalho para casa e, esquece da pausa para a fruta ou para o suco natural, vive de comida industrializada e no final do dia termina suas atividades com um disk pizza caprichado. Parece familiar não?

Talvez você acredite que a pizza seja a sua recompensa pelo dia estressante que teve. Mas, na verdade, ela é ainda mais estressante para você.

 

E isso não é somente extremamente estressante, como também o fato de agir assim de forma consistente por anos e anos fará seu corpo começar a envelhecer muito mais rápido e ganhar peso de forma absurdamente rápida.

 

E é por isso que podemos, sim, dizer que o stress engorda… e muito.

 

 

Comprovação cientifica

Pesquisas mostram que a ligação entre estresse e ganho de peso é muito mais forte do que se pensava originalmente.

 

Um estudo recente no centro médico de Georgetown mostrou que ratos sob estresse ganhavam mais peso mesmo que sua ingestão de calorias não aumentasse.

 

Os cientistas também concluíram que, após 3 meses, os mesmos ratos tornaram-se oito vezes mais obesos do que ratos sem estresse, mesmo tendo comido a mesma quantidade de comida!


Então, podemos dizer que existe uma relação muito estreita entre aumento de peso e stress.

 

Quando você se sente triste e deprimido, ou passa por momentos turbulentos e de muito stress tem mais probabilidades de buscar alimentos com muita gordura, sal e açúcar. Comer uma salada não faz com que se sinta melhor, então você quer o sorvete e a batata frita.

 

Além das vontades que não são saudáveis, o estresse também pode causar distúrbios alimentares de ordem emocional que é o chamado stress emocional.

 

Sabemos que é muito difícil controlar o stress, mas é fundamental a calma nestes momentos, assista ao vídeo abaixo, ele pode te ajudar


https://www.youtube.com/watch?v=xLKKuOPbzLs

 

Você não precisa da quantidade de alimentos em excesso, mas comer faz com que você se sinta melhor, pelo menos na sua mente. Por outro lado, quando você libera menos hormônios do estresse, suas vontades de comer doces são menos frequentes e muito menos atraentes.

 

Então, o que você quer para sua vida? Comer gordura, sal e açúcar ou uma bela de uma salada?

Ter uma vida estressada ou conseguir viver livre-se do stress?

 

Conheça aqui o programa LIVRE-SI DO STRESS e entenda como é possível viver de forma tranquila, saudável e equilibrada.

 

 




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Outro dia vi um documentário que me fez refletir muitas coisas. Conversando com uma querida amiga a Dr Patricia Savoi tudo fez ainda mais sentido. Não podia deixar de compartilhar este texto escrito por ela, que tem um trabalho maravilhoso para uma vida plena.

 

VEJAM QUE LINDO BLOG

 

Você tem tudo que precisa para ser feliz? Ou está sempre buscando por mais?

 

É essa pergunta que acabei me fazendo após assistir um documentário chamado “Minimalism: Um documentário sobre as coisas importantes”.


Estamos vivendo uma época muito caracterizada pelo consumismo desenfreado; onde crianças vivem cheias de Ipad, Iphones e jogos eletrônicos, adultos possuem mais de 06 pares de tênis (e usam 02) e este documentário assumiu-se não como uma crítica, mas sim, com uma outra perspectiva sobre as coisas materiais, sempre com o objetivo de inspirar pessoas.


Os protagonistas Joshua e Ryan embarcam numa jornada de 21 dias pelos estados Unidos para disseminar a filosofia: desistir de alguns de nossos bens materiais desnecessários faz com que nos posicionemos para melhorar nossas próprias relações pessoais, dando lugar a uma vida muito mais significativa. Para eles, o minimalismo como filosofia de vida permite que você, além de economizar dinheiro, tenha mais tempo livre para o que e para quem realmente vale a pena.


O consumo excessivo, pelo simples prazer de comprar, parece ter se tornado a principal motivação da nossa sociedade. E é justamente a partir desta observação que o documentário “Minimalism propõe uma reflexão sobre o que é o mínimo necessário para nossa existência.


Super recomendo assistir esse documentário, principalmente nessa sociedade onde a propaganda nos induz o ano todo a comprar: começando pela Páscoa- que deixou para muitos de ser um feriado religioso e passou a ser a “caça pelos chocolates”; dias das mães, dia dos namorados, dia dos pais, dia das crianças e Natal; fora as diversas novas datas criadas pelo comércio.


Eu assiti duas semanas antes de ir à Miami, conhecida pelos brasileiros como uma das capitais da compra; e acredito que fez TODA a diferença. Acreditem ou não: fui e voltei com a mesma mala, comprei somente 02 coisas para mim! Eu fiquei pasma comigo mesmo, eu pensava “nossa, isso está muito barato… mas será que preciso?”Tinha 02 dias livres: shopping ou praia? Sabem o que escolhi: praia!! Escolhi curtir o momento, pisar na areia, ouvir as ondas, sentir o vento bagunçando meus cabelos, enriquecer minha memória; escolhi viver uma experiência.


Vamos fazer um exercício: feche os olhos, sente confortavelmente; respire fundo 03 vezes, inspirando e expirando pelo nariz. Ao expirar, deixe sair tudo aquilo que te incomoda e faça o barulho pela boca “ahhhhhhh”.


De olhos fechados, pense no que você quer para ser feliz? Um bem material, um emprego, um amor…sem julgamento ou crítica… pense também pelo que você é grato? Deixe vir seus pensamentos…
Ainda de olhos fechados, faça mais 03 respirações iguais a do início. Junte as as palmas das mãos na região do coração e abra os olhos.


O documentário nos faz pensar naquilo que realmente damos valor e nos desperta aquela pergunta antes de comprar qualquer coisa: “será que preciso disso? É uma necessidade?” E isso também pode ser feito em relação a tudo que já possuímos. Observe quantos pares de sapato você tem e quantos você usa? O mesmo pode ser feito com roupas, brinquedos de crianças, acessórios, entre outros.


Assim, ao praticar o minimalismo como filosofia de vida permite que você, além de economize dinheiro e viva mais feliz com menos. Bom demais, né? Mas, eles explicam…não precisa ser radical; tome seu tempo; não é para sofrer, e sim; sentir-se mais leve. Viva e não sobreviva!

 

Texto de Dra Patrícia Savoi PG Canineu
CRM-SP 140483
Médica Nutróloga
Deepak Chopra- Perfect Health Certified Instructor
SMART Certification- Harvard (em curso)

@drapatysavoi




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Simone Las Casas tem 28 anos é formada em direito e pós graduada em gestão de negócios. Movida pela paixão por Spa's hoje é consultora na empresa Expertise Spa Consulting.

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